Clube do Concurseiro

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33 vagas na Marinha do Brasil: Níveis médio e superior!

MarinhaMarinha do Brasil deve publicar edital para preenchimento de 33 vagas no próximo dia 28. O concurso foi autorizado pelo Ministério do Planejamento em dezembro de 2013 e está em processo de avaliação final junto à diretoria de ensino.

As vagas estão divididas em dois níveis, sendo 20 para Agente Administrativo com exigência de ensino médio e 5 vagas para administrador, 7 para Analista de Sistemas e 1 para Contador, todas com requisito de nível superior. As remunerações iniciais são de R$ 2.570,02 e R$ 3.980,62, respectivamente.

A previsão é de que a nomeação dos aprovados saia até junho e todas as vagas são para preenchimento no Rio de Janeiro.

Edital para PM/SP deve sair no dia 30

pm_spPolícia Militar do Estado de São Paulo deve divulgar o edital para preenchimento de 2.500 vagas de Soldado PM no próximo dia 30 de abril. As inscrições podem ter início ainda na primeira quinzena de maio.

Os candidatos interessados devem ter concluído o ensino médio, ter idade entre 18 e 30 anos, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias “B” e “E” e altura mínima de 1,65m para homens e 1,60m para mulheres.

O concurso autorizado em 30 de janeiro pelo governador Geraldo Alckmin compreenderia o preenchimento de 4.600 vagas, porém, a seleção foi divida em dois concursos: neste primeiro momento serão autorizadas 2.500 e no segundo semestre deverá ser autorizado novo edital para preenchimento das outras 2.100 vagas, além de 400 vagas adicionais, a fim de completar 2.500, como no edital deste primeiro semestre.

O salario base inicial da profissão é de R$ 2.706,10, já incluindo R$ 1.091,56, adicional de insalubridade de R$ 522,98 e complementos. Com o passar dos anos e mudança de classe na profissão o salário vai aumentando, até atingir o valor de R$ 4.370,08 ao completar 30 anos na PM.

1000 vagas para Escrevente Técnico Judiciário do TJ/SP. Nível Médio

TJ SPEdital para vaga de Escrevente Técnico Judiciário deve oferecer pelo menos mil vagas. A informação foi divulgada pela juíza assessora da presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ/SP), Maria Fernanda Rodovalho.

As vagas com editais específicos para as comarcas da capital, grande São Paulo e interior oferecem remuneração inicial de R$ 4.528,31. Para candidatar-se é necessário possuir ensino médio completo.

O edital deve ser divulgado ao longo do segundo semestre deste ano e possivelmente seguirá os mesmos padrões do concurso realizado em 2013. Na ocasião a prova objetiva foi composta pelas disciplinas de língua portuguesa, conhecimentos em direito, conhecimentos gerais, atualidades, matemática e informática; além de avaliação prática de digitação em uma segunda fase.

Edital para Agente da Polícia Federal deve sair até junho

policia federalEdital para concurso de Agente da polícia Federal deve ser publicado em junho, com aplicação das provas em agosto.  Autorizado em 26 de Março pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), o concurso contempla o preenchimento de 600 vagas de nível superior.

De acordo com informações o edital está pronto, mas ainda é preciso definir qual será a organizadora do concurso. A PF tem um prazo de até seis meses para liberação do edital, com limite até 26 de setembro.

Para concorrer ao cargo o candidato deve possuir curso de nível superior em qualquer área de formação e carteira de habilitação a partir da categoria “B”. O salário base inicial é de R$ 7.887,33, incluindo o salário de R$ 7.514,33 e auxílio alimentação de R$ 373, com jornada de trabalho de 40 horas semanais.

Fonte: JC Concursos

 

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LEI ELEITORAL – Eleições não impedem realização de concursos

Federal - twA lei 9.504/97, que determina os procedimentos para as eleições, também conhecida como Lei Eleitoral, costuma gerar polêmicas e dúvidas entre quem pretende ingressar no funcionalismo público. O motivo é o inciso V do artigo 73, que diz o seguinte: “Fica proibido nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e ainda, ex ofício, remover, transferir ou exonerar servidor público, na circunstância do pleito, nos três meses que o antecedem e até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade do pleno direito”.

Com isto, muitas pessoas acreditam que fica terminantemente proibida a realização de concursos no período eleitoral, o que não é verdade. A lei especifica que somente poderão ser nomeados, dentro do período eleitoral, ou seja, a partir de três meses antes do primeiro turno e até a posse dos eleitos, aprovados em concursos homologados até antes do início deste prazo.

Acontece que a lei determina algumas ressalvas, que incluem nomeações em cargos comissionados, em cargos do Judiciário, Ministério Público, tribunais, conselhos de contas e órgãos da presidência da República; nomeação de aprovados em concursos homologados até o início daquele prazo; e nomeação ou contratação necessária à instalação ou funcionamento de serviços públicos essenciais.

Para sanar as dúvidas que ainda persistem sobre o tema, o JC&E ouviu o diretor acadêmico do site Questões de Concursos, Fernando Bentes; o professor do curso Ênfase, Julian Barros; e o advogado especializado em direitos dos concurseiros, Sérgio Camargo. Os especialistas explicam exatamente o que pode ou não ser feito em termos de concursos públicos durante o período eleitoral.

De acordo com o diretor acadêmico do site Questões de Concursos, Fernando Bentes, existem motivos bastante justificáveis para que o governo adote estes procedimentos. “Este dispositivo se justifica em dois princípios constitucionais: a moralidade na administração pública e a igualdade, no campo das disputas políticas”. Segundo ele, o objetivo é impedir que governantes usem a nomeação de aprovados como fins eleitoreiros. “Governantes poderiam fazer concursos e esperar às vésperas das eleições para nomear os aprovados que, em contrapartida, votariam novamente naquele candidato”, diz. “Isso é imoral e deve ser coibido por lei. Qualquer uso eleitoreiro dos concursos é um desvio imoral de sua finalidade”.

Fernando Bentes ainda afirma que, do ponto de vista da igualdade, o dispositivo coloca em um mesmo patamar os candidatos que já ocupam cargos públicos e os demais. “Se não houvesse essa lei, os governantes e seus afilhados políticos teriam avantagem de conquistar votos por meio de nomeações, em posição desigual aos candidatos de oposição. Este uso da máquina estatal em benefício próprio poderia gerar uma eternização do mesmo grupo no poder”, diz.

O professor do curso Ênfase, Julian Barros, observa que, além disto, esta prática acabaria desvirtuando e influenciando a opção do eleitor, impedindo de se concretizar uma das principais características da democracia: a necessidade de alternância no poder.

Fernando Bentes enfatiza que, mesmo assim, é possível realizar concursos durante todo o período de eleições, incluindo publicação de editais, recebimento de inscrições e aplicação de provas. “A homologação é uma das fases finais do concurso. Se a homologação ocorrer antes do prazo de três meses das eleições, as nomeações podem ser feitas a qualquer tempo, inclusive durante as eleições. Se a homologação ocorrer após este prazo, as nomeações terão que acontecer posteriormente à posse dos políticos escolhidos nas eleições, no início do ano posterior”, explica. “A lei, na minha opinião, mostrou um silêncio eloquente, ou seja, não proibiu a realização de concursos públicos como uma demonstração de sensibilidade à necessidade de a administração pública continuar trabalhando. A administração pública não pode parar porque eleições estão ocorrendo”.

Para Fernando Bentes, é totalmente errado o mito popular que diz que não podem ser realizados concursos durante o período eleitoral. “Os concursos podem acontecer, acontecem e continuarão acontecendo em anos eleitorais”, diz. A vedação legal, segundo ele, não se relaciona ao trâmite do concurso em si, masa seu resultado. “Se for ano de eleição, o candidato terá de esperar para ser aprovado, se a homologação ocorrer no período eleitoral”.

O professor Julian Barros reitera esta opinião. “Este mito popular é totalmente equivocado. É uma visão retorcida da realidade, mas que parece ter ficado no inconsciente coletivo”, explica.

Já o advogado especializado em direitos dos concurseiros, Sérgio Camargo, ratifica que “desde que o edital seja publicado em Diário Oficial, o certame poderá ocorrer livremente, ressalvando nesse caso nomeações e posse”.

Lei de Responsabilidade Fiscal – A Lei Eleitoral, de certa forma, possui objetivos muito próximos da Lei de Responsabilidade Fiscal, uma vez que ambas têm como objetivo punir o governante que usa o cargo político em benefício eleitoral. “A Lei Eleitoral pune o governante que não se pauta na moralidade para equipar a burocracia estatal com recursos humanos, usando os concursos com fins eleitoreiros. Da mesma forma, a Lei de Responsabilidade Fiscal impõe deveres de regularidade, rigor e limitação ao proibir que o gestor aumente a despesa pública sem apontar a origem dos recursos que financiarão novos gastos”, diz Fernando Bentes. “Assim como a Lei Eleitoral, a Lei de Responsabilidade Fiscal tem especial destaque em concursos, pois impede que o gasto público aumente apenas para realizar concursos, sem que existam fontes para estas despesas. Caso contrário, os governantes ainda fariam concursos para garantir votos, mesmo aumentando a dívida pública e inviabilizando a manutenção dos serviços e até mesmo a nomeação dos aprovados”, afirma Fernando Bentes.

Julian Barros ressalta que a Lei de Responsabilidade Fiscal não deve preocupar os candidatos, “pois é plenamente possível admitir servidores sem necessidade de aumentar as despesas com folha de pagamento”.

Exceções – A Lei Eleitoral prevê a possibilidade de nomeação ou contratação necessária à instalação ou funcionamento de serviços públicos essenciais, mesmo durante o período eleitoral, o que permite uma certa flexibilidade, em casos excepcionais. Fernando Bentes ressalta que existe distinção entre a questão jurídica e a questão política. “O aprovado em concurso dentro do número de vagas tem direito subjetivo à nomeação, independente da vontade do administrador. Além disso, existem casos de extrema necessidade de quadros técnicos de que a administração necessita para planejar e fiscalizar suas políticas públicas. O que não se pode permitir é a nomeação ilegal, nos moldes descritos pela Lei Geral das Eleições. Mas não pode ser permitido que os governantes se utilizem da emergência e da extrema necessidade para perpetrar o desrespeito à lei, por fins eleitoreiros. Desta forma, considero necessário que não sejam permitidas brechas na lei”, diz.

Já o advogado Sérgio Camargo considera qualquer tipo de contratação nestas condições como ilegítima. “Este procedimento é ilegal, ressalvados os casos de concursos que não entram no que determina a lei, como do Poder Judiciário e Ministério Público”, comenta.

O professor Julian Barros considera legítima a existência destas exceções, desde que efetivamente comprovado que sejam para garantir a continuidade dos serviços públicos e não prejudique a população.

Para finalizar, Fernando Bentes reforça que não há motivos para que os candidatos se preocupem com a Lei Eleitoral. “Concursos podem acontecer normalmente durante as eleições. Portanto, nada de medo, receio ou reticências em participar. Quem pretende concorrer em ano eleitoral pode ter a certeza de que vários editais serão publicados, provas acontecerão e se os candidatos não estudarem e participarem dos concursos, perderão tempo e oportunidades preciosas para a aprovação”.

Sérgio Camargo também tranquiliza os interessados. “Não há o que temer. O que de fato ocorre é uma diminuição nos certames públicos, pois o Judiciário é o gestor da eleição e os pleitos eleitorais muitas vezes envolvem o Executivo e o Legislativo”,explica.

Nas urnas – Os eleitores escolherão presidente da República, governadores, deputados e senadores. O primeiro turno está marcado para 5 de outubro e o segundo para o dia 26 de outubro.

fonte: Jornal dos Concursos

Autorizadas 5.734 vagas para o cargo PEB I no Estado de São Paulo

Federal - twNesta quarta-feira (16), o governador Geraldo Alckmin autorizou a abertura de concurso público para o preenchimento de 5.734 vagas de Professor de Educação Básica I (PEB I), junto à Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE-SP).

A publicação do edital deve acontecer no segundo semestre deste ano. O cargo tem salário inicial de R$ 1.462,80, para professores com jornada de trabalho de 30 horas semanais. Já os profissionais com regime de dedicação plena – 40 horas semanais, o salário é de R$ 3.413,20.

Para se inscrever os candidatos deverão possuir curso superior com habilitação em magistério das séries iniciais do ensino fundamental, licenciatura em pedagogia com habilitação em magistério nas séries iniciais ou programa especial de formação pedagógica superior, em qualquer nomenclatura, com habilitação em magistério das séries iniciais.

 

Fonte: JC Concursos

Abin aguarda autorização para abertura de 470 vagas

ABINABINABin2222A Agência Brasileira de Inteligência solicitou ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) a abertura de 470 vagas de concurso público, para nível superior e médio.

O pedido foi enviado no último dia 08 de abril e contempla as seguintes vagas:

Oficial de Inteligência – 200 vagas (nível superior)

Oficial Técnico de Inteligência – 150 vagas (nível superior)

Agente de Inteligência – 50 vagas (nível médio)

Agente Técnico de Inteligência – 70 vagas (nível médio)

De acordo com a tabela de remuneração dos servidores esses cargos possuem salário base que varia de R$ 5.021,17 a R$ 13.994,86, de acordo com a função exercida.

INSS planeja abrir vagas ainda em 2014

INSSO Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), vinculado ao Ministério da Previdência Social, pretende abrir vagas de concurso público para o preenchimento de 3.080 vagas, sendo 2 mil para técnico do seguro social e 1.080 para perito médico. O pedido de abertura já foi feito ao Ministério do Planejamento e está em análise.

O concurso tem previsão de autorização em junho e de acordo com os deputados Amauri Teixeira (PT/BA) e Roberto Santiago (PSD/SP) serão abertas 1.500 vagas para o cargo técnico.

As vagas de cargo técnico exigem nível médio e tem remuneração de R$ 4.400,87. Já para o cargo de perito médico é necessário ser graduado em medicina e possuir inscrição no Conselho Regional de Classe (CRC). A remuneração para esta função é de R$ 10.056,80.

 

Fonte: Folha Dirigida

TJ/SP abrirá vagas para escrevente judiciário. Nível Médio

TJ SPCom número de vagas a ser definido, Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ/SP) se prepara para abrir edital de concurso público para vaga de Escrevente Técnico Judiciário. O concurso já está confirmado e as vagas serão para todo o estado.

Para se inscrever o candidato deve possuir o ensino médio completo e o salário base será de aproximadamente R$ 4.528,31.

Em 2013 a organizadora do concurso foi a Fundação Vunesp e o processo seletivo dividido em duas fases teve provas objetivas e avaliação prática de digitação. As provas teóricas foram compostas pelas seguintes matérias: língua portuguesa, conhecimentos em direito e conhecimentos gerais, atualidades, matemática e informática.

 

Fonte: JC Concursos

Cobra Tecnologia abre concurso público para cargos de níveis médio e superior

bbtecnologia

BB Tecnologia e Seguros (Cobra Tecnologia) abre edital para concurso público com vagas e formação de cadastro de vagas para diversos cargos de nível médio e superior. As inscrições estão abertas desde hoje (15) e vão até o dia 12 de maio.

 

VAGAS

Nível Médio:

Técnico Administrativo – Administrativo

Salário R$ 1.377,46 – Vagas para: Goiânia/GO

 

Técnico de Operações – Equipamentos

Salário R$ 1.627,90 – Vagas para: Assis, Barretos, Barueri, Bauru, Fernandópolis, Jaú, Mogi das Cruzes, Mogi-Mirim, Piracicaba, Registro, Rio Claro e São Paulo.

 

Nível Superior:

Analista de Operações – Erp – Funcional

Salário R$ 3.581,38 – Vagas para: Rio de Janeiro/RJ

 

Analista de Operações – Negócios

R$ 3.581,38 – Vagas para: Rio de Janeiro/RJ-Salário

 

Programador – Plataforma Baixa

R$ 3.581,38 – Vagas para: Belém/PA, Brasília/DF ,Goiânia/GO e Rio de Janeiro/RJ-Salário

 

Analista de Operações – Programador – Plataforma Mainframe

Salário R$ 3.581,38 – Vagas para Brasília/DF

 

Para inscrever-se o candidato deverá acessar  o site da organizadora do concurso www.quadrix.com.br, preencher os dados e pagar a taxa de inscrição no valor de R$ 26,00 e R$ 28,00 para o nível médio e de R$ 38,00 para as vagas de nível superior.

 

A prova será aplicada no dia 1º de junho e outras informações podem ser lidas no edital do concurso.